quinta-feira, 16 de abril de 2015

Está Chegando ! Dia das Mães.

Mãe: palavra pequena, mas com um significado infinito, pois quer dizer amor, dedicação, renúnica a si própria, força e sabedoria!

No dia das mães, dê a sua mãe o que ela merece: um kit exclusivo da Folhas de Oliva!!!


quarta-feira, 15 de abril de 2015

COZINHAR OU FRITAR COM AZEITE DE OLIVA PODE?

Quase toda vez que eu faço uma palestra sobre o azeite, as pessoas perguntam se o calor destrói o azeite de oliva, e se eles podem cozinhar com ele. Eu não sei quem inventou esse equívoco, mito ou lenda, talvez as grandes companhias no intuito de vender mais, é justamente o mesmo caso da lenda ou mito de que quanto menor a acidez do azeite de oliva melhor.  Bem eu quero aqui desmistificar esse mito definitivamente.

Azeite de oliva extra virgem de  primeira prensagem pode ser aquecido tranquilamente a
215 ° C  antes de atingir o ponto-fumo “queima” (isto é, começa a fumar e começa a formar compostos pouco saudáveis). Essa temperatura é maior do que quase todos os outros óleos vegetais!!!

O azeite de oliva extra virgem é muito mais estável se comparado com a maioria aquecida de outros óleos vegetais como, milho, soja, arroz, canola, amendoim.  (16, 17). Cozinhar com óleo de oliva até o limite de fumo (215°C ) NÃO destrói a maioria dos seus benefícios antioxidantes, vitamínicos e de componentes graxos no produto. Estudos mostram que inclusive não produz dano para á saúde ou o torná-lo menos saudável.

Em condições normais de cozimento, a maioria dos micro-nutrientes que  compõe  o  “perfil” terapêutico do azeite de oliva são mantidos (18-20). Alguns estudos têm submetido o azeite a temperaturas elevadas (180 ° C / 356 ° F) durante longos períodos de tempo (de 90 minutos a mais de 20 horas). Estas condições não tendem a diminuir o conteúdo de algumas fitonutrientes, ainda mesmo sob tais condições extremas, alguns fitonutrientes permanecem  inalterados (21).

Entretanto existe uma modificação perceptível após a fritura de um pastel ou batata palito, por exemplo, usando-se o mesmo azeite de oliva, que já passou por cinco aquecimentos consecutivos a aproximadamente 300° C , é o sabor! O pastel ou a batata palito ficarão um pouco mais amargos.

Outra pergunta mais que frequente, diria obrigatória, em quase todas as minhas palestras é se o azeite de oliva aquecimento produz gorduras trans. Aqui novamente, a resposta é NÃO!

Gorduras trans são criadas em um processo industrial que adiciona hidrogênios para o óleo líquido (hidrogenação parcial), tornando-se semissólido, como é o caso da produção de margarina, ou seja, como a margarina é feita.

Cozimento comum, mesmo em alta de calor, nunca produzirá gorduras trans.
O azeite de oliva extra virgem é excelente para cozimento, em verdade é o mais indicado dentre todos os tipos de azeites disponíveis no mercado, como já disse anteriormente, (20).
Eu sempre digo às pessoas para usarem um azeite extra virgem bom, como o nosso azeite FOLHAS DE OLIVA®  (http://www.folhasdeoliva.com/produtos/produto.asp?id=7), até porque  é o único no mundo enriquecido com as folhas de oliveira.

O produto traz índices assustadoramente maiores de OLEUROPEÍNA que é o principal agente benéfico do produto e que está biodisponível em toda árvore de oliveira, desde suas folhas, frutos e no próprio azeite. O azeite extra virgem FOLHAS DE OLIVA® (http://www.folhasdeoliva.com/produtos/produto.asp?id=7) tem um frescor intenso, é frutado, delicado e ao mesmo tempo libera um aroma indescritível como se tivesse acabado de ser produzido com a coloração turva do azeite que sai da prensa, realmente é um prazer indescritível ter uma preciosidade como esta em tua mesa.

Para poder sentir e apreciar o delicioso sabor do azeite FOLHAS DE OLIVA®, o ideal é utilizá-lo em temperatura ambiente e em pratos como saladas, arroz etc. Mas como já vimos, nada impede de se utilizá-lo em frituras ou cozimentos com respostas fantásticas na culinária.

A utilização de azeite de oliva extra virgem em muffins, pães rápidos, e até mesmo os cookies, biscoitos e traz uma excelente textura aos pães, sem qualquer sabor de oliva perceptível, por isso desenvolvi uma série de produtos e massas todos feitos com azeite extra virgem FOLHAS DE OLIVA®  (http://www.folhasdeoliva.com/produtos/?cat=8) .

Cosmo F. Pacetta
www.folhasdeoliva.com.br


1. Covas MI, Nyyssönen K, Poulsen HE, et al. O efeito de polifenóis no azeite de oliva sobre fatores de risco de doença cardíaca: um estudo randomizado. Ann Intern Med 2006; 145: 333-41.
2. Salvini S, Sera F, Caruso D, et al. O consumo diário de um fio de azeite extra-virgem de alta fenol reduz o dano oxidativo ao DNA em mulheres na pós-menopausa. Br J Nutr 2006; 95: 742-51.
3. Madigan C, Ryan M, Owens D, Collins P, Tomkin GH. Os ácidos graxos insaturados na dieta em diabetes tipo 2: níveis mais elevados de lipoproteínas de pós-prandial em uma dieta linoleico óleo de girassol rico em ácido em comparação com uma azeitona dieta óleo rico em ácido oleico. Diabetes Care 2000; 23: 1472-7.
4. Ferrara LA, Raimondi AS, d'Episcopo L, Guida L, Dello Russo A, Marotta T. Olive óleo e menor necessidade de medicamentos anti-hipertensivos. Arch Intern Med 2000; 160: 837-42.
5. Fito M, Cladellas M, de la Torre R, et al. Efeito antioxidante do azeite virgem em pacientes com doença coronariana estável: um crossover, controlado, randomizado, clínica. Aterosclerose 2005; 181: 149-58.
6. Ruano J, Lopez-Miranda J, de la Torre R, et al. A ingestão de azeite de oliva virgem rico em fenol melhora o perfil pró-trombótico pós-prandial em pacientes com hipercolesterolemia. Am J Clin Nutr 2007; 86: 341-6.
7. Beauchamp GK, Keast RS, Morel D, et al. Fitoquímica: atividade ibuprofeno-like no azeite de oliva extra-virgem. Nature 2005; 437: 45-6.
8. Kim MK, Parque JH. Conferência sobre "Abordagens Multidisciplinares para os problemas nutricionais". Simpósio sobre "Nutrição e saúde". Ingestão de vegetais crucíferos eo risco de câncer humano: as evidências epidemiológicas. Proc Nutr Soc 2009; 68: 103-10.
9. Fowke JH, Longcope C, Hebert JR. Brassica turnos consumo de vegetais estrogênio metabolismo em mulheres pós-menopáusicas saudáveis. Cancer Epidemiol Biomarkers Ant 2000; 9: 773-9.
10. Flynn MM, Schiff AR. Um programa de culinária Six-semana de Receitas à base de plantas Melhora a Segurança Alimentar, o peso corporal, e as compras de alimentos para Food Pantry Clients. Journal of Hunger & Environmental Nutrition 2013; 1.
11. Flynn MM, Reinert SE. Comparando-se uma dieta rica em azeite de oliva a uma dieta de baixa gordura padrão para a perda de peso em pacientes sobreviventes de câncer de mama: um estudo piloto. J Saúde da Mulher (Larchmt); 19: 1155-1161.
12. Rickman JC BC, Barrett DM. Comparação nutricional de frutas e legumes II frescos, congelados e enlatados. A vitamina A e carotenóides, vitamina C, minerais e fibras. Journal of the Science of Food and Agriculture 2007; 87: 1185-1196.
13. Rickman JC BD, Bruhn CM. Comparação nutricional de frutas e vegetais frescos, congelados e enlatados. Parte 1. As vitaminas C e B e os compostos fenólicos. Journal of the Science of Food and Agriculture 2007; 87: 930-944.
14. Burdge GC, Jones AE, Wootton SA. Eicosapentaenóico e ácido docosapentaenóico são os principais produtos do metabolismo do ácido alfa-linolénico em homens jovens *. Br J Nutr 2002; 88: 355-63.
15. Burdge GC, Wootton SA. Conversão de ácido alfa-linolênico para eicosapentaenóico, docosapentaenóico e docosahexaenóico em mulheres jovens. Br J Nutr 2002; 88: 411-20.
16. Bastida SS-M, FJ. Oxidação térmica de azeite de oliva, óleo de girassol e uma mistura de ambos os óleos durante quarenta frituras domésticas contínuas de diferentes alimentos. Food Sci Tecnologia Int 2001; 7: 15-21.
17. Gennaro L, Piccioli Bocca, A, Modesti, D, Masella, R, Coni, E. Efeito da biophenols sobre a estabilidade azeite avaliados por análise termogravimétrica. Journal of Agricultural and Food Chemistry, 1998; 46: 4465-4469.
18. Allouche Y, Jimenez A, Gaforio JJ, Uceda M, Beltran G. Como aquecimento afeta índices de qualidade extra-virgem azeite e composição química. J Agric Food Chem 2007; 55: 9646-54.
19. Cicerale S, Conlan XA, Barnett NW, Sinclair AJ, Keast RS. Influência do calor sobre a atividade e concentração de oleocanthal biológico - um agente anti-inflamatório natural no azeite de oliva virgem. J Agric Food Chem 2009; 57: 1326-1330.
20. Garcia JM, Yousfi K, R Mateos, Olmo M, Cert A. Redução de amargura óleo por aquecimento de oliveira (Olea europaea) frutos. J Agric Food Chem 2001; 49: 4231-5.

21. Brenes M, Garcia A, Dobarganes MC, Velasco J, Romero C. Influência de tratamentos termais que simulam processos de cozimento sobre o teor de polifenóis no azeite de oliva virgem. J Agric Food Chem 2002; 50: 5962-7.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

A acidez do azeite, quanto menor melhor ??




A acidez do azeite, quanto menor melhor? Não, isso pode ser um mito.....

Qual o componente principal do azeite de oliva? É o Ácido Oléico em sua fração saponificável, na insaponificável estão o que chamamos de compostos minoritários, entre eles a Oleuropeína, o esqualeno e mais alguns outros componentes...

Se a composição é um ácido graxo e neste ponto o acido oléico é bem interessante para uma série de funções orgânicas, como sabemos, quanto MENOR o índice deste ácido em sua composição, menor será a eficiência oléica deste azeite, obviamente, porém o excesso (acima de 2%) também não é recomendado, pois tornar-se-ia o que chamamos de "lampante".

Na origem do "azait", em seu primórdio, na Suméria, atual Iraque e dai para o Líbano e do Líbano para Israel e de lá para a Turquia e em seguida Grécia os azeites muito provavelmente giravam ao redor de 0,7 a 1% em sua acidez.

Podemos deduzir este fato lavando em consideração a transmissão da cultura ancestral no uso do azeite como alimento tendo como referência os atuais índices graxos nos azeites ainda comercializados nestas regiões que acabo de citar, dificilmente inferior a 0,7%.

Os índices menores de acidez foram surgindo quando o produto passou da Grécia para a Sícilia e dai seguiu a Via Aurélia, romana até o Piemonte, norte da Itália, seguindo a esquerda para França na Provence, e de lá para os países Ibéricos até o norte de Portugal.

Índices de acides em 0,5% foram se ajustando, no então mediterrâneo, por uma questão de palatabilidade, os azeites mais ácidos eram mais picantes e até mesmo por uma questão de resíduos, pois não existia um processo de filtragem, na verdade esse procedimento não era necessário, não era cultural. A Filtragem foi adquirida recentemente no cenário da comercialização do produto tendo em vista os demais óleos como, girassol, soja, arroz amendoim etc. serem filtrados.

O maior problema da filtragem no azeite de oliva é que ela foi a grande responsável pela dizimação dos princípios ativos como a clorofila, e seus pigmentos antioxidantes na fração não saponificável do produto diminuindo exponencialmente sua capacidade antioxidante que existia outrora.

A colheita e rendimento do azeite é em tese da seguinte forma, quanto mais verde o fruto maior índice de acidez e talvez de produção dependendo da espécie da oliveira, e no inverso, quanto mais madura a fruta em sua colheita menor o índice de acidez e provavelmente menor a produção de óleo.

O que pode ocorrer em alguns azeites, sem pensar em adulteração, mas em mixagem de produção, é a correção normal do índice de acidez a adequação entre a produção de frutos verdes e maduros ajustando-se desta forma a acidez em índices desejáveis pelo produtor rural, de forma “natural” o que de maneira alguma é errado, pois trata-se de uma mesma seqüência produtiva com lapso temporal de colheita apenas.

Quando madura a fruta da oliveira a azeitona sofre reações enzimáticas que degradam a acidez e faz com que o índice ácido do ácido oléico vá caindo significativamente a índices que podem chegar entre 0,2 e 0,1 %! Entretanto como já disse o ácido oléico neste caso se degrada e se esvai.

Outro quesito é em relação ao que de fato é “prensagem a frio” que é cada vez mais raro em virtude do sistema industrial que se chama centrifugação, mas isso é outro longo assunto...

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013


PESQUISA APONTA VINAGRE COMO AUXILIAR PARA QUEIMA DE GORDURA CORPORAL..

CONHEÇA O VINAGRE FEITO COM FOLHAS DE OLIVA!

Normalmente o vinagre é usado para o tempero de saladas, mas um novo estudo sugere que ele também deve ser aceito como um produto que ajuda na saúde – propriedade já muito difundida na medicina popular.

Cientistas japoneses descobriram que o uso de vinagre é eficaz para evitar o acúmulo de gordura corporal e o ganho de peso em um estudo realizado com ratos.

Tomoo Kondo e sua equipe notaram que o vinagre é usado pela medicina popular há muito tempo. Ele é usado para várias doenças, e pesquisas científicas modernas sugerem que ácido acético, o principal componente do vinagre, pode ajudar a controlar a pressão sanguínea, níveis de açúcar no sangue e o acúmulo de gordura.

Para verificar os efeitos do vinagre, dois grupos de ratos de laboratório receberam uma mesma dieta rica em gorduras, e um grupo recebeu o ácido acético, e o outro não.

O grupo que consumiu o vinagre teve um desenvolvimento 10% menor de gordura corporal que o outro grupo.

A descoberta aparece em uma época que conselhos sobre a alimentação e dietas são constantes, mas pesquisas feitas nos Estados Unidos mostram que as dietas da população do país estão piorando.

A procura por recomendações sobre um estilo de vida saudável por pessoas de meia idade e da terceira idade diminuiu, em comparação a duas décadas atrás.

A nova pesquisa ajuda a confirmar a ideia que o ácido acético combate a gordura do corpo ao ativar genes que geram as proteínas envolvidas na quebra da gordura, assim suprimindo o acúmulo de gordura no corpo.

Pesquisas ainda têm que ser feitas em humanos para verificar se os resultados e efeitos são semelhantes aos dos ratos. [Live Science]

Conheça o primeiro Vinagre de folhas de Oliveira do mundo, ele é brasileiro! Produzido pela Folhas de Oliva.

http://www.folhasdeoliva.com/produtos/produto.asp?id=36










quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013


Boa tarde Amigo(as) !

Gostaríamos de convidar a todos para vir nos visitar a nossa Loja Folhas de Oliva, na cidade de Estiva Gerbi / SP ,  aproximadamente 60 km de Campinas, interior de São Paulo.

Endereço:
RUA PEDRO BENI, 380 
BAIRRO: VILA NOVA ESTIVA
CIDADE: ESTIVA GERBI -SPCEP: 13.857-000

Em nossa nova loja, os clientes terão a oportunidade de descobrir mais sobre os olivais e conhecer produtos inéditos e exclusivos! 

Tenha a certeza que serão recepcionados com toda atenção e carinho!
É com grande expectativa que aguardamos sua visita!
Obrigada pela atenção, qualquer dúvida estamos à disposição.

(19) 3868 9979
(19)99628.3136 Whatsappvendas@folhasdeoliva.com.br
contato@folhasdeoliva.com.br
comercial@folhasdeoliva.com.br





segunda-feira, 19 de novembro de 2012



Boa Tarde Queridos(as) Amigos(as) !

 A equipe folhas de Oliva tem o prazer de apresentar à vocês produtos essenciais para uma alimentação rica.

Como exemplo a FIBRAS FOLHAS DE OLIVA

Aliando o poder das fibras às propriedades da oliveira.

100% natural e Insolúvel

Produto inédito, de origem vegetal e não calórico, fundamental ao funcionamento dos intestinos.

Além de não fornecer calorias, as fibras de forma geral diminuem a absorção do colesterol, de gorduras e de açúcares, e causam sensação de saciedade prolongada, afinal, permanecem no estômago juntamente com os outros nutrientes por mais tempo, retardando a sensação de fome e o consumo de mais calorias.

Para adquirir esse incrível produto, basta acessar nossa loja virtual
www.folhasdeoliva.com
Pelo telefone ( 19 ) 3868 9979 ou pelo Whatsapp  (19) 99628.3136

Agradecemos à sua atenção.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Boa tarde amigos(as),

 Cachaças Cambarissú 

A ideia de armazenar a cachaça em madeira de oliveira é única no mundo, fundindo desta forma culturas ancestrais a uma bebida genuinamente brasileira.

De uma certa forma, as propriedades contidas na oliveira são gradativamente liberadas na cachaça. O sabor da Cachaça Folhas de Oliva é único e nos remete a um tom herbáceo e delicado, lembrando o aroma de bosques silvestres e frutas verdes, sem perder a autenticidade da cachaça do Brasil.

O sabor da verdadeira cachaça e a longevidade da oliveira reunidas em um só conceito.

Beba moderadamente e um Ótimo Feriadão!!

www.folhasdeoliva.com










segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Olá Amigos(as)!  Uma boa semana à todos,

O mais recente lançamento da Folhas de Oliva é o Desodorante Corporal.

Foi desenvolvido para homens e mulheres que apreciam fragrâncias naturais e refrescantes.

Formulado com o Extrato das Folhas da Oliveira, além de proteger, desodorizar e perfumar, suas notas suaves despertam a imaginação nos fazendo lembrar os bosques de Oliveiras.

Experimentem vocês vão gostar com certeza.

Você podem encontrá-lo em nossa loja física em Estiva Gerbi- SP situada na Rua: Pedro Beni nº 380 , na nossa loja virtual no site www.folhasdeoliva.com ou pelo nosso telefone 19 3868.9979




quarta-feira, 10 de outubro de 2012





Olá Amigos(as) ,

Nós da Folhas de Oliva lançamos recentemente um produto inédito no cenário gastronômico mundial:

A Geléia produzida com as Folhas de Oliveira !!!

Além de deliciosa, tem a textura delicada e é feita com as folhas de oliveira, vindas diretamente do nosso Olival .

Sua cor verde clara, o aroma e sabor são irresistíveis.

Acompanha torradas, pães ou qualquer prato gourmet mais exótico.

A Geléia Folhas de Oliva, foi o destaque do nosso estande durante 31ª EXPOFLORA.

Vocês podem degustá-la em nossa Loja física , Rua Pedro Beni nº 380, Estiva Gerbi- SP.

É sucesso garantido no lanche da criançada.

Compra através do nosso site www.folhasdeoliva.com,  pelo nosso telefone 19 3868.9979 ou pelo Whatsapp (19) 99628.3136

terça-feira, 25 de setembro de 2012




O HigieOlive é Indicada para auxiliar na limpeza das mãos e pele.
É recomendado para higienização, fácil de usar e não necessita de enxague, além de deixar a pele revigorada, macia e levemente perfumada.
Contém 120 ml
Adquira o produto em nossa loja física localizada na Rua Pedro Beni n°380, Estiva Gerbi- SP, pelo nosso telefone (19) 3868.9979 ou pelo Whatsapp (19) 99628.3136